Do meio do Século XX para o XXI – ao vivo em Belém, 2011

Estes são os vídeos da apresentação que fiz no lançamento do disco “Do meio do Século XX para o XXI”, em 1° de outubro de 2011, no Centro Cultural SESC Boulevard, em Belém. Contei com as participações especialíssimas do Allan Carvalho (voz e violão em “Soldado americano” e “O mundo é moderno”), do Felix Faccon (banjo e voz em “Mandei fazer um balão”), e do Mestre Cardoso, autor de todas as músicas. A filmagem foi feita pelo André Mardock e pelo Elrick Lima, a captação do áudio pelo Fabrício Rocha. A edição é minha.

Se quiser somente o áudio dessa apresentação, ouça-o no player abaixo. Para baixá-lo, clique aqui.

Morando em Santarém, a quase 800 km de Belém, consegui fazer essa apresentação em parte graças ao apoio que tive do selo Ná music (do produtor Ná Figueredo), do Sesc Boulevard, e dos amigos Arlindo Matos (de Ourém, presidente da Fundação Funcartemm), Marco Campelo, André Mardock, e da minha esposa Luciana Leal.
As imagens a seguir (também do André Mardock e Elrick Lima) são desta noite.

Lançamento do disco Do Meio do Século XX para o XXI

Para saber mais sobre o projeto “Do meio do Século XX para o XXI”, visite esta página.

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Sítio “FGC Produções” no ar!

Coloquei no ar um novo site, o “FGC Produções“. Minha ideia pra ele é substituir uma das funções desse blog – reunir o material que tenho produzido em meu estúdio caseiro. Muito desse conteúdo já está aqui, mas sempre achei o formato de blog inadequado pra isso – gravações em postagens muito antigas, por exemplo, vão ficando “invisíveis”, apesar de continuarem interessantes.

Pra colocar no ar, escolhi inicialmente dez artistas (ou grupos): Chico Malta, Deco, eu, os amos de boi de Ourém (Cardoso, Faustino, Julião e Tuíte), o grupo Nossas Lembranças, Pai Brasil, e os grupos do São Benedito de Bragança.

O projeto gráfico é da Luciana Leal, e construí ele no Joomla. Visite-o aqui.

Sítio em inglês

Pessoal, agora o sítio tem uma versão em inglês. Um botão lá em cima da página (“english”) leva pra tradução, feita por mim mesmo e que, portanto, pode conter vacilos. Aproveito pra pedir que, caso vocês encontrem erros na tradução, me avisem por e-mail pra eu consertar. Por enquanto estão traduzidas as seções “músicas“, “fotos” e “vídeos“. Deixei a “mídia” de fora porque nela só tem papéis escaneados (jornais, programas e tal), e a seção “textos” deve demorar ainda pra ir pro ar, que me falta tempo pra traduzir o que tem lá.

Bar(ctéria) do Parque

Pô, fui pedir uma “macaxeira com charque” no Bar do Parque enquanto tomava uma gelada!! Já tinham me dito antes pra nunca comer lá, que era arriscado. E olha que eu sempre frequentei aquele lugar, mas só pra tomar cerveja mesmo. Pois não é que o aperitivo causou (em mim e no companheiro de mesa) o maior aborrecimento – diarréia, vômito e febre. Fiquei assim por mais de 24 horas, só passando depois de uns bons caribés e canja de galinha. E pra todo mundo que eu falava era o mesmo espanto: “mas no bar do parque??? como tiveste coragem?”
Será que a cozinha desse troço é que nem o banheiro? – esse eu conheci, e nunca mais desci lá! Então, fica aqui o meu aviso, engrossando o coro dos descontestes: não comam nada do Bar do Parque, qualquer propaganda elogiosa da cozinha de lá é mentira!

Discoteca do Tinhorão na rede

O Instituto Moreira Salles disponibiliza na rede a discoteca monumental do pesquisador José Ramos Tinhorão. São 14.787 músicas extraídas de milhares de discos, grande parte de 76 ou 78 rpm. Segundo o sítio do IMS, as gravações mais antigas são de 1902. As músicas podem ser ouvidas na íntegra, mas as páginas não dão opção para baixar as gravações. O macete para tê-las no computador ou num cd de mp3, é usar um gravador de áudio – como o Audacity por exemplo – pra gravar as músicas na hora que estiverem tocando, e depois salvá-las no pc.

Máquina do tempo

Essa é A biblioteca virtual!

Fuçando a internet dei com o “Wayback Machine“, no Internet Archive. Ele vem arquivando páginas e sites inteiros desde 1996, formando um imenso acervo do que já foi publicado na rede. Um exemplo: procurei pelo meu primeiro sítio, no hpG em 2001; e ele tá . Também este outro, de 2003. Partituras de músicas folclóricas, textos de diversas áreas da música, samples; tinha um monte de coisas que colocava nas minhas páginas – algumas podem ser do interesse de algum visitante aqui.

E se tem um endereço que tu gostavas mas que saiu do ar, procura na página de busca que talvez esteja lá.