Sítio “FGC Produções” no ar!

Coloquei no ar um novo site, o “FGC Produções“. Minha ideia pra ele é substituir uma das funções desse blog – reunir o material que tenho produzido em meu estúdio caseiro. Muito desse conteúdo já está aqui, mas sempre achei o formato de blog inadequado pra isso – gravações em postagens muito antigas, por exemplo, vão ficando “invisíveis”, apesar de continuarem interessantes.

Pra colocar no ar, escolhi inicialmente dez artistas (ou grupos): Chico Malta, Deco, eu, os amos de boi de Ourém (Cardoso, Faustino, Julião e Tuíte), o grupo Nossas Lembranças, Pai Brasil, e os grupos do São Benedito de Bragança.

O projeto gráfico é da Luciana Leal, e construí ele no Joomla. Visite-o aqui.

Blog da Feira Cultura Digital dos Bairros

Montei um novo blog – nele vou tratar da Feira Cultura Digital dos Bairros. Este é um projeto do Pontão de Cultura Digital do Tapajós que pretende reunir diversas iniciativas da cultura digital numa feira com oficinas, rodas de conversa, cineclubismo, apresentações musicais, prestações de serviços, jogos e muitas coisas mais.

Como membro da Casa Puraqué, que também está realizando a Feira (ao lado da Casa Brasil de Santarém, da UCLA, e do Projeto Saúde e Alegria), estou na organização do evento e vou postar no blog o que for acontecendo. Com a possibilidade de registrar em áudio e vídeo as apresentações que vão rolar, e também produzindo material de divulgação, acho que no final coisas interessantes estarão postadas lá.

Confiram: Blog da Feira Cultura Digital dos Bairros.

Familiares reconhecem Mestre Cardoso no Blog FGC

Olha que história bacana eu soube hoje! Quase 60 anos depois de ir embora da casa dos pais sem despedir-se, Mestre Cardoso entra em contato novamente com seus familiares, e o contato surgiu depois que ele foi reconhecido pela Solange, neta de sua irmã, num post aqui do blog. 🙂 Segudo o meu amigo Arlindo Matos, de Ourém, “ela [a Solange] me disse que a avó falou de um problema que o Cardoso teve no ouvido quando criança. Ela identificou essa alteração na orelha dele através de fotos do teu blog (…)  Essas senhas foram lhe dando a certeza que era ele mesmo”.

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Cardoso aos 20 anos (imagem enviada pela Solange).

Cardoso aos 20 anos (imagem enviada pela Solange).

Quando ainda morava em Ourém, algumas vezes eu pedi pro Mestre me contar sua história, e principalmente, sobre a viagem que ele fez do Piauí pra cá (Clique aqui para ouvir um depoimento dele sobre isso). Ele falava também dos vários irmãos e da falta de informações sobre eles – sabia apenas que tinha familiares em Brasília, e quase nada mais. Pois no sábado passado, através do telefone do Arlindo, o Cardoso falou com sua irmã Joana e outros familiares que moram na Capital Federal.

Fiquei sabendo um pouco mais da história da família do Cardoso: Dos dez irmãos, seis já faleceram, sendo o Cardoso (com 76 anos) o único homem ainda vivo. Duas irmãs (Joana, de 96 anos; e Neide, 94) moram em Brasília; e outra irmã, Alice, a mais nova, na Argentina. E dando continuidade à brincadeira do boi na família, o Pedrinho, filho da Solange, tem lá em Brasília o seu boi também!

Pedrinho e o boi.
Pedrinho e o boi.

Há exatos 3 anos (em 9 de novembro de 2006), o Cardoso cantou pra mim uma música chamada “Eu recebi notícia de um irmão meu de Brasília”. Ele disse em uma entrevista no programa Sala de Reboco (que eu apresentava na Rádio Tembés de Ourém), que a música tratava duma carta que ele havia recebido de um irmão.

Eu recebi notícia de um irmão meu de Brasília

Eu recebi notícia / dum irmão meu de Brasília
Há muito tempo / viajo com sua família

Ele mandou uma carta / não mandou fotografia
Pra relembrar o passado / do tempo que nós se via

Sítio em inglês

Pessoal, agora o sítio tem uma versão em inglês. Um botão lá em cima da página (“english”) leva pra tradução, feita por mim mesmo e que, portanto, pode conter vacilos. Aproveito pra pedir que, caso vocês encontrem erros na tradução, me avisem por e-mail pra eu consertar. Por enquanto estão traduzidas as seções “músicas“, “fotos” e “vídeos“. Deixei a “mídia” de fora porque nela só tem papéis escaneados (jornais, programas e tal), e a seção “textos” deve demorar ainda pra ir pro ar, que me falta tempo pra traduzir o que tem lá.

Bar(ctéria) do Parque

Pô, fui pedir uma “macaxeira com charque” no Bar do Parque enquanto tomava uma gelada!! Já tinham me dito antes pra nunca comer lá, que era arriscado. E olha que eu sempre frequentei aquele lugar, mas só pra tomar cerveja mesmo. Pois não é que o aperitivo causou (em mim e no companheiro de mesa) o maior aborrecimento – diarréia, vômito e febre. Fiquei assim por mais de 24 horas, só passando depois de uns bons caribés e canja de galinha. E pra todo mundo que eu falava era o mesmo espanto: “mas no bar do parque??? como tiveste coragem?”
Será que a cozinha desse troço é que nem o banheiro? – esse eu conheci, e nunca mais desci lá! Então, fica aqui o meu aviso, engrossando o coro dos descontestes: não comam nada do Bar do Parque, qualquer propaganda elogiosa da cozinha de lá é mentira!

Discoteca do Tinhorão na rede

O Instituto Moreira Salles disponibiliza na rede a discoteca monumental do pesquisador José Ramos Tinhorão. São 14.787 músicas extraídas de milhares de discos, grande parte de 76 ou 78 rpm. Segundo o sítio do IMS, as gravações mais antigas são de 1902. As músicas podem ser ouvidas na íntegra, mas as páginas não dão opção para baixar as gravações. O macete para tê-las no computador ou num cd de mp3, é usar um gravador de áudio – como o Audacity por exemplo – pra gravar as músicas na hora que estiverem tocando, e depois salvá-las no pc.

Máquina do tempo

Essa é A biblioteca virtual!

Fuçando a internet dei com o “Wayback Machine“, no Internet Archive. Ele vem arquivando páginas e sites inteiros desde 1996, formando um imenso acervo do que já foi publicado na rede. Um exemplo: procurei pelo meu primeiro sítio, no hpG em 2001; e ele tá . Também este outro, de 2003. Partituras de músicas folclóricas, textos de diversas áreas da música, samples; tinha um monte de coisas que colocava nas minhas páginas – algumas podem ser do interesse de algum visitante aqui.

E se tem um endereço que tu gostavas mas que saiu do ar, procura na página de busca que talvez esteja lá.