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	<title>Carimbó &#8211; Blog FGC</title>
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	<description>Blog do músico Fábio Cavalcante.</description>
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		<title>Impromptu com Sons de Carimbó e outros Impromptus</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 14:05:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Controlador Midi]]></category>
		<category><![CDATA[Música instrumental]]></category>
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					<description><![CDATA[Em dezembro passado gravei uma música chamada &#8220;Impromptu com as Bases do Urubu Malandro&#8220;, e que consistia num &#8220;semi-improviso&#8221;, usando um controlador midi, com as bases sonoras que eu tinha preparado pra gravação do single Urubu Malandro, dois meses antes. Fiz desde então um segundo impromptu, &#8220;Impromptu com Sons de Arroto&#8220;, e agora esse terceiro, [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em dezembro passado gravei uma música chamada &#8220;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=Gwtg7f8Nj5k" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Impromptu com as Bases do Urubu Malandro</a>&#8220;, e que consistia num &#8220;semi-improviso&#8221;, usando um controlador midi, com as bases sonoras que eu tinha preparado pra gravação do <em>single</em> <a href="https://fabiocavalcante.com/discos/urubu-malandro/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Urubu Malandro</a>, dois meses antes. Fiz desde então um segundo <em>impromptu</em>, &#8220;<a href="https://www.youtube.com/watch?v=uNgHimHfkBk" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Impromptu com Sons de Arroto</a>&#8220;, e agora esse terceiro, desta vez usando sons de instrumentos acústicos de carimbós gravados em Ourém e Santarém, na época em morava nessas cidades. Assista aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Impromptu com Sons de Carimbó" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/RreWHGzsBNs?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Esses <em>impromptus </em>são tocados a partir de roteiros feitos em formato de planilha. É um formato de partitura que venho testando em outras tocadas com controladores midi, e que tem me deixado satisfeito. Coloco aqui exemplos deles. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura.jpg"><img fetchpriority="high" decoding="async" width="1024" height="559" data-id="2811" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura-1024x559.jpg" alt="Partitura no excel para Impromptu com Sons de Carimbó, de Fábio Cavalcante" class="wp-image-2811" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura-1024x559.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura-300x164.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura-768x419.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu3carimbo_partitura.jpg 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura.jpg"><img decoding="async" width="1024" height="559" data-id="2810" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura-1024x559.jpg" alt="Partitura no excel para Impromptu com Sons de Arroto, de Fábio Cavalcante" class="wp-image-2810" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura-1024x559.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura-300x164.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura-768x419.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2021/09/Impromtu2arroto_partitura.jpg 1366w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</figure>



<p>Tendo feito esses três gravações, minha ideia agora é montar um futuro álbum de <em>impromptus</em>, com outras músicas que já imagino fazer, sempre com essa característica comum de ser um improviso com controlador. Bora ver se rola&#8230; <img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/231b.png" alt="⌛" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>



<p>Se quiser, complete a audição da série assistindo os dois <em>impromptus </em>anteriores.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Impromptu com as bases do Urubu malandro - Fábio Cavalcante" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/Gwtg7f8Nj5k?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">1. Impromptu com as bases do Urubu Malandro (Aracaju, dezembro de 2020)</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Impromptu com sons de arroto" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/uNgHimHfkBk?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div><figcaption class="wp-element-caption">2. Impromptu com sons de arroto (Aracaju, dezembro de 2020) </figcaption></figure>
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		<title>Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica)</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/nheengatu/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 05 Jul 2020 23:07:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Música Indigena]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
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					<description><![CDATA[Em janeiro de 2016 fui convidado pelo professor&#160;Florêncio Vaz&#160;para gravar os alunos do Curso de&#160;Nheengatu&#160;da&#160;Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa. O resultado foi o álbum “Nheengatu – Canções na Língua Amazônica Geral”, com&#160;18 canções na língua indígena, todas cantadas pelos próprios alunos, muitos dos quais são professores nas suas aldeias e comunidades. Algumas [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Em janeiro de 2016 fui convidado pelo professor&nbsp;<a href="http://www.escavador.com/sobre/7625444/florencio-almeida-vaz-filho" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Florêncio Vaz</a>&nbsp;para gravar os alunos do Curso de&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nheengatu" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Nheengatu</a>&nbsp;da&nbsp;<a href="http://www.ufopa.edu.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Universidade Federal do Oeste do Pará – Ufopa</a>. O resultado foi o álbum “Nheengatu – Canções na Língua Amazônica Geral”, com&nbsp;18 canções na língua indígena, todas cantadas pelos próprios alunos, muitos dos quais são professores nas suas aldeias e comunidades.</p>



<p>Algumas faixas são versões de canções tradicionais e populares, como “Parabéns pra você” (<em>Kwe katú indé arama</em>, faixa 14), “Cabeça, ombro, joelho e pé” (<em>Mira pira</em>, faixa 3), e o Hino Nacional Brasileiro (faixa 12). Outras são de compositores que escrevem em nheengatu, como Luís Alberto “Çairé”, Ademar Garrido e Miguel e Maria Baníwa. “Índio Civilizado”, música de Juvenal Imbiriba, que eu já havia gravado no disco “Carimbó do Arapiuns” (ouça&nbsp;<a href="https://fgcproducoes.fabiocavalcante.com/artistas/juvenal-imbiriba/carimbo-do-arapiuns/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>), foi traduzida nas aulas de julho de 2016, e cantada pelos alunos sob o título&nbsp;<em>Maku ukuá wã ara</em>&nbsp;(é a faixa 17), e teve a participação do próprio Juvenal.</p>



<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/Nheengatu_201608&amp;playlist=1&amp;list_height=450" width="500" height="450" frameborder="0" webkitallowfullscreen="true" mozallowfullscreen="true" allowfullscreen=""></iframe></p>



<p>A publicação de “Nheengatu – Canções na Língua Amazônica Geral” no YouTube vem acompanhada das letras (em Nheengatu) e traduções (em português), correndo em sincronia.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Nheengatu: Canções na Língua Geral Amazônica - Alunos de Nheengatu da Ufopa [Álbum completo, 2016]" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/vfKyocu0eo8?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Com o&nbsp;auxílio dos professores de nheengatu Miguel Baniwa, Maria Baniwa, Ciça Veiga e Antônio Neto, também foi preparado este livreto com todas as letras e traduções do álbum.</p>



<div class="wp-block-columns has-light-gray-background-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-top-color:var(--wp--preset--color--accent-6);border-top-width:1px;border-bottom-color:var(--wp--preset--color--accent-6);border-bottom-width:1px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-full has-custom-border"><a href="https://archive.org/download/LetrasDoDiscoNheengatu/Nheengatu_Letras.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="350" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/livro_Nheengatu_Letras.jpg" alt="" class="has-border-color has-accent-6-border-color wp-image-4786" style="border-width:1px" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/livro_Nheengatu_Letras.jpg 250w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/livro_Nheengatu_Letras-214x300.jpg 214w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<pre class="wp-block-preformatted"><strong><a href="https://archive.org/download/LetrasDoDiscoNheengatu/Nheengatu_Letras.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener nofollow">Nheengatu - Canções na Língua Geral Amazônica</a></strong>&nbsp;(<em>2016, Santarém, Pará</em>). Letras do disco homônimo, produzido com os alunos do Curso de Nheengatu da Universidade Federal do Oeste do Pará - Ufopa.</pre>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><a href="https://archive.org/download/LetrasDoDiscoNheengatu/Nheengatu_Letras.pdf" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="80" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2017/12/DisponivelNaAmazon-300x80-1.png" alt="" class="wp-image-2667" style="width:150px;height:40px"/></a></figure>
</div>
</div>



<p>As gravações aconteceram entre janeiro e junho de 2016, no auditório da unidade Tapajós da Universidade Federal do Oeste do Pará, e no Centro Indígena Maíra, em Santarém. Eis imagens desses dias.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-2 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1446" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos01.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1446" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos01.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos01-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos01-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1447" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos02.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1447" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos02.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos02-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos02-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1448" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos03.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1448" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos03.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos03-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos03-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos04.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1449" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos04.jpg" alt="Coro durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1449" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos04.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos04-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos04-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos05.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1450" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos05.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1450" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos05.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos05-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos05-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos06.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="1451" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos06-768x1024.jpg" alt="Miguel Baniwa gravando a voz, no Centro Indígena Maíra, para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica)." class="wp-image-1451" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos06-768x1024.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos06-225x300.jpg 225w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos06.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Miguel Baniwa, no Centro Indígena Maíra, em 17/06/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos07.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="545" height="800" data-id="1452" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos07.jpg" alt="Paulinho Barreto no banjo, e Fábio Cavalcante, ensaiando a música antes da gravação." class="wp-image-1452" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos07.jpg 545w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos07-204x300.jpg 204w" sizes="auto, (max-width: 545px) 100vw, 545px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Paulinho Barreto e Fábio Cavalcante, no auditório da Ufopa (unidade Tapajós), em 06/03/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos08.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="768" data-id="1453" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos08.jpg" alt="Paulinho Barreto gravando banjo para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa." class="wp-image-1453" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos08.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos08-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos08-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Paulinho Barreto gravando o banjo, no auditório da Ufopa (unidade Tapajós), em 06/03/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos09.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="1454" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos09.jpg" alt="Eversón César gravando tambor para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa." class="wp-image-1454" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos09.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos09-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Everson César gravando no auditório da Ufopa (unidade Tapajós), em 06/03/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos10.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="1455" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos10.jpg" alt="Eversón César gravando onça para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa." class="wp-image-1455" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos10.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos10-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos11.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="768" height="1024" data-id="1456" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos11.jpg" alt="Eversón César gravando atabaque para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa." class="wp-image-1456" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos11.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos11-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos12.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="480" data-id="1457" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos12.jpg" alt="Eversón César gravando percussão para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa." class="wp-image-1457" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos12.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos12-300x180.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos12-768x461.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos13.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1458" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos13.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1458" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos13.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos13-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos13-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos14.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="960" height="540" data-id="1459" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos14.jpg" alt="Cantores durante gravação do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no auditório da Ufopa, em Santarém." class="wp-image-1459" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos14.jpg 960w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos14-300x169.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos14-768x432.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="1460" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15-1024x682.jpg" alt="Coro gravando para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no Centro Indígena Maíra, em Santarém." class="wp-image-1460" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15-1024x682.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15-300x200.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15-768x512.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos15.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Miguel Baniwa e alunos do Curso de Nheengatu, no Centro Indígena Maíra, em 21/07/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="1461" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16-1024x682.jpg" alt="Coro gravando para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no Centro Indígena Maíra, em Santarém." class="wp-image-1461" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16-1024x682.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16-300x200.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16-768x512.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos16.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="1462" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17-1024x682.jpg" alt="Coro gravando para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no Centro Indígena Maíra, em Santarém." class="wp-image-1462" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17-1024x682.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17-300x200.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17-768x512.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos17.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Alunos do Curso de Nheengatu gravando as vozes, no Centro Indígena Maíra, em 21/07/2016.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="1024" height="682" data-id="1463" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18-1024x682.jpg" alt="Coro gravando para o álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), no Centro Indígena Maíra, em Santarém." class="wp-image-1463" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18-1024x682.jpg 1024w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18-300x200.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18-768x512.jpg 768w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_albumdefotos18.jpg 1280w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /></a></figure>
</figure>



<p>O professor Florêncio Almeida Vaz Filho, coordenador do Curso de Nheengatu, escreveu um texto de apresentação bastante informativo, que veio no encarte do disco, e que aqui transcrevo para que tenham uma visão mais precisa deste projeto.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“O CD “Nheengatu – Canções na Língua Geral Amazônica” é um dos frutos do processo de reorganização dos povos indígenas e valorização da sua identidade cultural, que envolve 70 aldeias na região do baixo rio Tapajós, no oeste do estado do Pará. Outros frutos são o documentário “Terra dos encantados: os povos indígenas no baixo rio Tapajós”, de Clodoaldo Correa (disponível: www.youtube.com/watch?v=sZUz2I8j36s), e o livro didático “Nheengatu Tapajowara”. CD, filme e livro foram produzidos sob nossa coordenação e graças ao apoio dos Frades Franciscanos por meio da Missão Central dos Franciscanos (MZF).</p>



<p>O Nheengatu, ou Língua Geral Amazônia (LGA), era falado amplamente pelos indígenas na região até meados do século XIX. Praticamente proibido no contexto da repressão que se seguiu à Guerra da Cabanagem (1835-1840) e, depois, preterido pela imposição da língua portuguesa, o Nheengatu quase desapareceu. Curt Nimuendaju (em “Os Tapajó”, Boletim do Museu Paraense Emílio Goeldi, Belém, 10, 1949, p. 98), que esteve em Santarém e arredores entre 1923 e 1926, sobre a Língua Geral escreveu que “[…] até hoje em Alter do Chão não está ainda completamente extinta”. Se em um povoado tão próximo da cidade de Santarém o Nheengatu mantinha-se vivo ainda naquela década, podemos supor que era ainda mais falado nos povoados mais afastados da influência urbana. Mas, ao longo do século XX, o processo de esquecimento continuou, e restaram apenas frases e palavras repetidas quase sempre pelas senhoras mais idosas.</p>



<p>Quando os moradores das comunidades ribeirinhas voltaram a se identificar como indígenas, em 1998, e se deram conta de que careciam de uma língua indígena, foi instantânea a associação com a antiga Língua Geral. E iniciaram com muito gosto o que chamavam de “resgate da nossa língua”, processo que se tratava, na verdade, de uma revalorização do Nheengatu, que continuava sendo utilizado, em geral, de modo irrefletido. Por exemplo, nos nomes de lagos, igarapés, animais, árvores, frutos, alimentos e instrumentos de trabalho. Devemos registrar que as aldeias do povo munduruku no baixo rio Tapajós também logo iniciariam o seu processo de aprendizado da língua munduruku.</p>



<p>Em janeiro de 1999, o Grupo Consciência Indígena (GCI), com apoio dos Frades Franciscanos, realizou a primeira oficina de Nheengatu em Santarém, ministrada por Celina Cadena Baré, indígena da região de São Gabriel da Cachoeira, rio Negro (AM). Nos anos seguintes, em conjunto com o Conselho Indígena dos rios Tapajós e Arapiuns (CITA), o GCI trouxe novamente Celina Cadena Baré e outros indígenas do rio Negro, que ministraram cursos e viajaram pelas aldeias nos rios Tapajós e Arapiuns, ensinando o Nheengatu. Foi o caso de Alberto (Beto) Baniwa e Vitor Cecílio Baniwa.</p>



<p>E, assim, o Nheengatu foi voltando a ser usado na região, dando sentido a palavras e expressões que já eram usadas e fazendo novas conexões com o passado. Desde o início deste processo, os indígenas demonstraram gosto pelos cantos em Nheengatu, que eram muito usados nos seus rituais públicos. Este é o caso de “Xibé puranga” (que veio do rio Negro) e “Se anama” (criada no rio Tapajós), antigos sucessos no baixo rio Tapajós.</p>



<p>Aprender o Nheengatu parecia aos indígenas como o resgate do passado, no sentido da sua origem indígena ou até mesmo na busca de sua identidade. Este desafio ficou ainda mais urgente depois da Marcha Indígena dos 500 Anos (em abril de 2000), em Porto Seguro (BA), quando os indígenas do baixo Tapajós ouviram outros líderes falar e proferir discursos nas suas línguas indígenas maternas. Por isso, ao voltar da Bahia, destacaram ainda mais o aprendizado do Nheengatu como uma ação prioritária. E assim foi nos anos seguintes.</p>



<p>Desde 2007, com a implantação da educação escolar indígena pela Prefeitura de Santarém, seguida pelas prefeituras de Aveiro e Belterra, os indígenas reivindicaram o ensino das línguas indígenas nas escolas municipais, no que foram atendidos em 2010. E, então, surgiu a necessidade de capacitação formal para os professores de Nheengatu que começaram a atuar nessas escolas. Já as escolas munduruku no baixo Tapajós também iniciaram aulas da língua munduruku com professores indígenas munduruku vindos das aldeias do mé- dio e alto rio Tapajós.</p>



<p>Foi nesse contexto que surgiu o Curso de Nheengatu, oferecido pelo GCI e pela Diretoria de Ações Afirmativas (DAA) da Universidade Federal do Oeste do Pará (Ufopa), como um curso de extensão dessa instituição. As aulas ocorrem no Centro Indígena Maíra, da Custódia São Benedito da Amazônia (Frades Franciscanos), importante parceira do Curso de Nheengatu. Outros apoiadores do curso são: CITA, Grupo de Pesquisa Leetra (USP/UFSCar), Rádio Rural de Santarém e Pró-Reitoria da Cultura, Comunidade e Extensão (Procce/Ufopa).</p>



<p>O Curso de Nheengatu iniciou em julho de 2014, ministrado pelo professor Agripino Nogueira Neto (do povo Baré). Em seguida, os professores mestres Antonio Neto e Edilson Melgueiro (este do povo Baniwa) passaram a contribuir também com o curso. Foram os alunos dessas primeiras turmas de 2014 e 2015 que produziram e gravaram as músicas contidas neste CD, em um processo criativo que associou seus conhecimentos tradicionais com o aprendizado do Nheengatu. Da mesma forma e ao mesmo tempo, escreveram o livro “Nheengatu Tapajowara”. Ambos projetos foram desenvolvidos com o apoio da Missão central dos Franciscanos (MZF), que apoiou também a produção do filme “Terra dos encantados”.</p>



<p>A maior parte das músicas são criações originais dos próprios alunos do Curso de Nheengatu, como “Reiuri iké”, “Kuakatu reté” e “Tarubá nheengarisá”. Outras são versões de músicas populares, como “Kuekatu indé arama” (Parabéns pra você) ou regravações de músicas que já eram conhecidas e muito usadas nos rituais e outras atividades do Movimento Indígena, como “Kwa yané rendawa”, “Maku ukuá wã ara” e “Apigá marupiara”. Mesmo essas músicas passaram por um processo de reapropriação ou tradução durante o Curso de Nheengatu, o que justifica a sua inclusão neste CD.</p>



<p>E, na sua fase final (2016-2017), o Curso de Nheengatu foi ministrado pelos professores mestra Patrícia Veiga, Miguel Piloto e Maria Bidoca (estes dois últimos do povo Baniwa), que continuaram usando as músicas como um recurso pedagógico para o aprendizado da língua. Umas das marcas desse curso foi sempre garantir a presença de professores indígenas falantes do Nheengatu (que vem do rio Negro, no Amazonas) e acadêmicos especialistas no ensino da língua Nheengatu. Esses professores vêm de São Paulo e são ligados ao Grupo de Pesquisa Leetra. Este CD é uma produção coletiva de alunos e de todos estes professores indígenas e não indígenas. É o resultado de muita colaboração e criatividade dentro deste rico processo de aprendizado do Nheengatu.</p>



<p>O Curso de Nheengatu tem carga horária de 360 horas, dividida em quatro módulos de 90 horas cada, que são desenvolvidos em janeiro e julho. A primeira e a segunda turma se formaram em 2016. As duas últimas turmas se formarão em julho de 2017. Os alunos, na sua maioria, são professores indígenas que já atuavam ou passaram a atuar nas escolas indígenas na região, com um impacto altamente positivo no processo de reafirmação identitária indígena que ocorre na região.</p>



<p>Por fim, ofertamos este CD, como um fruto fresco e saboroso, aos estudantes do Curso de Nheengatu que, ao mesmo tempo que aprendiam, produziam o livro “Nheengatu Tapajowara” e o CD “Nheengatu – Canções na Língua Geral Amazônica”. Aqui estão suas mãos, sua autonomia criativa e suas pegadas, que ficarão para a história e que ninguém poderá apagar. Vocês são os autores de fato deste livro. Kuekatu reté (obrigado) também aos mbuesara itá (professores e professoras) e às pessoas e instituições que apostaram neste sonho, que agora é realidade, ou melhor, é música.”</p>
</blockquote>



<p class="has-text-align-right">PROF. DR. FREI FLORÊNCIO ALMEIDA VAZ FILHO<br><em>(Programa de Antropologia e Arqueologia – PAA/Ufopa)<br>Coordenador do Curso de Nheengatu</em></p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="1000" height="1000" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_capa.jpg" alt="Capa do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica)" class="wp-image-1475" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_capa.jpg 1000w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_capa-300x300.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_capa-150x150.jpg 150w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/nheengatu_capa-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><figcaption class="wp-element-caption">Arte da capa do álbum Nheengatu (Canções na Língua Geral Amazônica), por Luciana Leal.</figcaption></figure>
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		<title>Adeus, morena</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2020 19:21:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Adeus, morena&#8221; é um carimbó de Mestre Lucindo, que venho tocando há mais de 20 anos, principalmente na flauta. Fiz agora uma nova gravação e um clipe com ele, usando a flauta doce contralto e um controlador midi. Assista aqui: O arranjo dessa gravação é, na verdade, todo baseado em um rondó de &#8220;Adeus, morena&#8221; [&#8230;]]]></description>
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<p>&#8220;Adeus, morena&#8221; é um carimbó de <a href="https://www.bregapop.com/mestre-lucindo" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mestre Lucindo</a>, que venho tocando há mais de 20 anos, principalmente na flauta. Fiz agora uma nova gravação e um clipe com ele, usando a flauta doce contralto e um controlador midi. Assista aqui:</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Adeus, morena (Mestre Lucindo) - Fábio Cavalcante" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/95qxAZE3ZOc?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
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<p>O arranjo dessa gravação é, na verdade, todo baseado em um rondó de &#8220;Adeus, morena&#8221; que preparei quando morava em <a rel="noreferrer noopener" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Our%C3%A9m_(Par%C3%A1)" target="_blank">Ourém &#8211; PA</a>, pra tocar na flauta junto com amigos num conjunto de pau e corda. A gravação abaixo é de uma dessas tocadas. Nela estamos eu, na flauta doce, Aristides Borges, no banjo, Alcimar Brasil, violão, Natalino Caratinga, percussão, e André Mixico, também na percussão. A gravação é caseiríssima, e feita no quintal de casa, em 2004.</p>



<figure class="wp-block-audio"><audio controls src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/AdeusMorena_Ourem2004.mp3"></audio></figure>



<p>Então, pra essa gravação e filmagem de agora, o que fiz foi adicionar uma segunda voz no baixo pra minha antiga melodia. Eis aqui o arranjo.</p>



<div data-wp-interactive="core/file" class="wp-block-file"><object data-wp-bind--hidden="!state.hasPdfPreview" hidden class="wp-block-file__embed" data="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/AdeusMorena_MestreLucindo-Piano_2_Vozes_e_cifras.pdf" type="application/pdf" style="width:100%;height:600px" aria-label="Incorporado de Adeus Morena (Mestre Lucindo) - Piano a 2 vozes com cifras."></object><a id="wp-block-file--media-42df21ed-cc77-48ab-98f7-333933fab7ec" href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/AdeusMorena_MestreLucindo-Piano_2_Vozes_e_cifras.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Adeus Morena (Mestre Lucindo) &#8211; Piano a 2 vozes com cifras</a><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2020/07/AdeusMorena_MestreLucindo-Piano_2_Vozes_e_cifras.pdf" class="wp-block-file__button wp-element-button" download aria-describedby="wp-block-file--media-42df21ed-cc77-48ab-98f7-333933fab7ec">Baixar</a></div>



<p>E um detalhe pra encerrar: em 2009 usei a melodia da terceira parte desse arranjo (essa que, na partitura aí de cima, começa na terceira página) na trilha sonora de &#8220;<a rel="noreferrer noopener" href="https://www.youtube.com/watch?v=9NGDqCT0Rss" target="_blank">O Rapto do Peixe-boi</a>&#8220;, como música de abertura. A música foi gravada com um conjunto de flauta doce, e tá aqui pra ser ouvida. </p>



<p><iframe style="border: 0; width: 100%; height: 120px;" src="https://bandcamp.com/EmbeddedPlayer/album=4264040590/size=large/bgcol=ffffff/linkcol=0687f5/tracklist=false/artwork=small/track=1627055393/transparent=true/" seamless=""><a href="https://fabiocavalcante.bandcamp.com/album/trilhas-sonoras">Trilhas Sonoras by Fábio Cavalcante</a></iframe></p>
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		<title>Mestre Piticaia (Cachoeira do Arari)</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/mestre-piticaia-cachoeira-do-arari/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Feb 2013 14:48:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[Benedito Gama de Miranda é o nome de Mestre Piticaia. Nascido na comunidade do “Atola” (“pras bandas do rio Abaí”), e criado em&#160;Cachoeira do Arari, na ilha do Marajó, onde mora até hoje, Piticaia tem 73 anos de idade, e coloca boi há 42. As 11 toadas a seguir foram gravadas pelo meu amigo&#160;Allan Carvalho, [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-image size-large is-resized"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="491" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2013/02/Mestre-Piticaia-Debora-Flor.jpg" alt="Mestre Piticaia, de Cachoeira do Arari" class="wp-image-292" style="width:600px;height:368px" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2013/02/Mestre-Piticaia-Debora-Flor.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2013/02/Mestre-Piticaia-Debora-Flor-300x184.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2013/02/Mestre-Piticaia-Debora-Flor-768x471.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Mestre Piticaia (foto de Débora Flor)</figcaption></figure>



<p>Benedito Gama de Miranda é o nome de Mestre Piticaia. Nascido na comunidade do “Atola” (“pras bandas do rio Abaí”), e criado em&nbsp;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Cachoeira_do_Arari" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Cachoeira do Arari</a>, na ilha do Marajó, onde mora até hoje, Piticaia tem 73 anos de idade, e coloca boi há 42.</p>



<p>As 11 toadas a seguir foram gravadas pelo meu amigo&nbsp;<a href="https://open.spotify.com/artist/7cKWRupZws7hUlVMpZ9T7t" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Allan Carvalho</a>, que esteve em Cachoeira durante o “Cordão do Galo”, projeto do&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Arraial_do_Pavulagem#O_Instituto" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Instituto Arraial do Pavulagem</a>. O Mestre canta acompanhado por uma caixa quadrada, típica do marajó, tocada por ele mesmo.</p>



<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/MestrePiticaia&amp;playlist=1" width="500" height="252" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>



<p>Se quiser baixar as músicas, clique&nbsp;<a href="https://archive.org/compress/MestrePiticaia/formats=192KBPS%20MP3,JPEG" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui (arquivo Zip)</a>.</p>



<p>O vídeo abaixo (gravado pelo Lucas Santana, do grupo&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://grupodecarimbosancari.blogspot.com.br/" target="_blank">Sancari</a>) é do mesmo momento da gravação do áudio, com o Mestre Piticaia levando as toadas “Serena” e “Correio”.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-4-3 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Serena / Correio - Mestre Piticaia (Cachoeira do Arari, Pará)" width="500" height="375" src="https://www.youtube.com/embed/BQx9-qGCQCM?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>
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		<title>Juvenal Imbiriba &#8211; Carimbó do Arapiuns</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/juvenal-imbiriba-carimbo-do-arapiuns/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jan 2013 16:38:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Arranjo]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Santarém]]></category>
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					<description><![CDATA[Juvenal Imbiriba nasceu na comunidade de São Pedro, no rio Arapiuns, em 1961. Hoje mora em Aminam, na mesma região. Compõe e toca violão desde jovem, e o ritmo que mais o agrada é o carimbó. Eu o conheci em 2010, quando participei da organização da Feira Cultura Digital dos Bairros, aqui em Santarém; onde [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Juvenal Imbiriba nasceu na comunidade de São Pedro, no rio Arapiuns, em 1961. Hoje mora em Aminam, na mesma região. Compõe e toca violão desde jovem, e o ritmo que mais o agrada é o carimbó. Eu o conheci em 2010, quando participei da organização da Feira Cultura Digital dos Bairros, aqui em Santarém; onde ele tocou na noite de abertura (para saber sobre esse noite, clique<a href="http://feiraculturadigital.blogspot.com.br/2010/04/nossas-lembrancas-e-chico-malta.html" target="_blank" rel="noreferrer noopener">&nbsp;aqui</a>). E a ideia deste disco surgiu a partir de conversas com meu amigo Eduardo Nogueira, formando do curso de música da UEPA, que fez o TCC baseado nos carimbós dele.</p>



<p>Este é o disco “Carimbó do Arapiuns” resultante daquelas conversas, com 13 músicas de Juvenal. Ele está acompanhado pelo percussionista Helder Gama “Catraca”, e por mim nos arranjos e solos (flauta, violão e <em>samples </em>de sax). Todas as composição são do próprio Imbiriba, e ele toca o violão base também.</p>



<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/JuvenalImbiribaCarimbos&amp;playlist=1" width="500" height="293" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>



<p>O álbum também está no YouTube, com letras e cifras de bônus.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="Carimbó do Arapiuns - Juvenal Imbiriba (FGC Produções, 2013)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/TIgWvT4_Seg?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Se quiser baixar o álbum completo, clique&nbsp;<a href="https://archive.org/compress/JuvenalImbiribaCarimbos/formats=320KBPS%20MP3,JPEG" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui (arquivo zip)</a>.</p>



<p>Imagens do dia da gravação estão no álbum de fotos abaixo.</p>



<p><a data-flickr-embed="true" data-header="true" data-footer="true" href="https://www.flickr.com/photos/fabiogcavalcante/albums/72157668250380614" title="Gravação com Juvenal Imbiriba"><img loading="lazy" decoding="async" src="https://live.staticflickr.com/8622/27730710253_db5ba5ca72.jpg" width="500" height="375" alt="Gravação com Juvenal Imbiriba"></a><script async="" src="//embedr.flickr.com/assets/client-code.js" charset="utf-8"></script></p>



<p>E para saber e ouvir mais de Juvenal Imbiriba, visite a <a aria-label="página do artista no sítio FGC Produções (opens in a new tab)" class="rank-math-link" href="https://fgcproducoes.fabiocavalcante.com/artistas/juvenal-imbiriba/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">página do artista no sítio FGC Produções</a>.</p>
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		<title>Verequete Chama!</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/verequete-chama/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jun 2008 14:26:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Folclore]]></category>
		<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore paraense]]></category>
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					<description><![CDATA[Na última sexta (6 de junho), no Teatro do Centur, aconteceu o show &#8220;Verequete Chama&#8221;, em benefício de Mestre Verequete, que estava internado há vários dias devido a uma pneumonia. A noite contou com a participação dos artistas Paulinho Mururé, Eduardo Dias e Alcyr Guimarães, dos grupos Mandinga da Amazônia, Sabor Marajoara, Sancari e Uirapuru; [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<p>Na última sexta (6 de junho), no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Cultural_e_Tur%C3%ADstico_Tancredo_Neves" target="_blank" rel="noopener">Teatro do Centur</a>, aconteceu o show &#8220;Verequete Chama&#8221;, em benefício de <a href="http://bomgadamata.wordpress.com/2008/06/08/mestre-verequete-o-rei-do-carimbo/" target="_blank" rel="noopener">Mestre Verequete</a>, que estava internado há vários dias devido a uma pneumonia. A noite contou com a participação dos artistas Paulinho Mururé, <a href="http://cantodevarzea.blogspot.com/2009/06/eduardo-dias-biografia.html">Eduardo Dias</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alcyr_Guimar%C3%A3es" target="_blank" rel="noopener">Alcyr Guimarães</a>, dos grupos Mandinga da Amazônia, Sabor Marajoara, Sancari e Uirapuru; além da bateria da escola de samba Embaixada da Pedreira, que em 2003 venceu concurso da Prefeitura de Belém, tocando na avenida um samba criado em homenagem ao compositor.</p>



<p>Confira abaixo os momentos do show que ficaram por conta do carimbó pau e corda dos grupos Sancari (nas três primeiras faixas) e Uirapuru (faixas 4, 5 e 6) &nbsp;&#8211; este último formado em 1971, e que foi o grupo que acompanhou Verequete ao longo de sua carreira. O encerramento é ao som da bateria da escola da Pedreira.</p>



<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/BlogFGC32_ShowParaVerequete&amp;playlist=1&amp;list_height=170" width="500" height="170" frameborder="0" webkitallowfullscreen="true" mozallowfullscreen="true" allowfullscreen=""></iframe></p>



<p>Para baixar todas as músicas, clique <a href="https://archive.org/compress/BlogFGC32_ShowParaVerequete/formats=VBR%20MP3" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui (arquivo zip)</a>.<br>O Show foi organizado por <a href="https://open.spotify.com/artist/7cKWRupZws7hUlVMpZ9T7t" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Allan Carvalho</a>, Zezé Costa e Lucélia Costa.</p>
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		<title>Mestre Cardoso &#8211; Galo de Campina (2005)</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/mestre-cardoso-galo-de-campina-2005/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2008 13:34:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Álbum]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
		<category><![CDATA[Folclore paraense]]></category>
		<category><![CDATA[Mestre Cardoso]]></category>
		<category><![CDATA[Ourém]]></category>
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					<description><![CDATA[O Galo de Campina, do&#160;Mestre Cardoso, foi produzido, arranjado e gravado por mim em outubro de 2005, na cidade de&#160;Ourém, onde eu morava na época. Ele mostra o talento e a versatilidade do amo do Boi “Ouro Fino”, que aos 71 anos, mandava quente nos xotes, marchas, carimbós, sambas e toadas do seu primeiro disco. [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="350" height="262" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/cara.gif" alt="Mestre Cardoso com chapéu de boi-bumbá" class="wp-image-511"/></figure>



<p>O Galo de Campina, do&nbsp;<a href="https://fgcproducoes.fabiocavalcante.com/artistas/mestre-cardoso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Mestre Cardoso</a>, foi produzido, arranjado e gravado por mim em outubro de 2005, na cidade de&nbsp;<a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Our%C3%A9m_%28Par%C3%A1%29" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Ourém</a>, onde eu morava na época. Ele mostra o talento e a versatilidade do amo do Boi “Ouro Fino”, que aos 71 anos, mandava quente nos xotes, marchas, carimbós, sambas e toadas do seu primeiro disco. Lançado em Ourém (29/10/2005) e em&nbsp;<a href="http://www.belem.pa.gov.br/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Belém</a>&nbsp;(04/11/2005), dele foram feitas 80 cópias, totalmente caseiras, com capas e encartes de papel reciclado, e cd’s gravados no computador.</p>



<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="500" height="421" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/capa.jpg" alt="Capa do álbum Galo de Campina, feito de papel reciclado" class="wp-image-460" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/capa.jpg 500w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/capa-300x253.jpg 300w" sizes="auto, (max-width: 500px) 100vw, 500px" /></figure>



<p>Escrevi essa breve biografia do Cardoso para o encarte.</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>“José Ribamar Cardoso nasceu na&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.parnaiba.pi.gov.br/" target="_blank">Parnaíba</a>,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Piau%C3%AD" target="_blank">Piauí</a>, em 4 de janeiro de 1933, filho de João Cândido Cardoso e Maria Francisca Cardoso. Aos dez anos começou a brincar em bois tradicionais da região, entre eles os de Martiliano, Chico Camilo, Antônio Leal e José Calebre. Com o parceiro e amigo de escola Geraldo Magela do Carmo, montou aos 14 anos o Boi Dominante. O ano era 1947.<br>Com 20 anos vai para&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://coroata.ma.gov.br/" target="_blank">Coroatá</a>, no&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Maranh%C3%A3o" target="_blank">Maranhão</a>, onde conhece sua esposa Raimunda Lima da Silva. Com ela teve 14 filhos, dos quais seis sobreviveram. Em 1954, com 21 anos, muda-se para&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.carutapera.ma.gov.br/" target="_blank">Carutapera</a>. Logo depois chega no&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Par%C3%A1" target="_blank">Pará</a>, morando em&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Viseu_%28Par%C3%A1%29" target="_blank">Viseu</a>,&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://www.braganca.pa.gov.br/" target="_blank">Bragança</a>&nbsp;e&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Po%C3%A7o" target="_blank">Capitão Poço</a>, até vir para Ourém em 1993, onde está até hoje. E até hoje, como faz há quase seis décadas, Cardoso coloca o boi para brincar todos os anos.<br>Trabalhou como agricultor e vaqueiro nas diversas regiões onde morou. Atualmente é amo do boi Ouro Fino. Das faixas deste CD, ‘Eu mandei fazer uma rosa’, ‘O Ataque de Nova York’, ‘A prisão de Saddam Hussein’, ‘Mandei fazer uma trincheira ontem ‘ e ‘Adeus morena’, são toadas cantadas pelos integrantes do seu brinquedo.”</p>
</blockquote>



<p>Os músicos que participaram das gravações são: Aristides Borges (cavaquinho); João “Cego” da Silva Matos (sanfona e coro); Raimundo “Tuíca” da Silva Matos (barrica, pandeiro e coro); Fábio Cavalcante (flauta e coro);&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://blogdalilarosa.blogspot.com/" target="_blank">Lila Bemerguy</a>&nbsp;(coro) e Mestre Cardoso (maracá, pandeiro, onça e voz).</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-3 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_aristides.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="497" height="500" data-id="461" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_aristides.jpg" alt="Aristides com cavaquinho" class="wp-image-461" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_aristides.jpg 497w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_aristides-150x150.jpg 150w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_aristides-298x300.jpg 298w" sizes="auto, (max-width: 497px) 100vw, 497px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Aristides</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_joao.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="441" height="500" data-id="463" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_joao.jpg" alt="João cego tocando sanfona" class="wp-image-463" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_joao.jpg 441w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_joao-265x300.jpg 265w" sizes="auto, (max-width: 441px) 100vw, 441px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">João Cego.</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_tuica.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="298" height="500" data-id="464" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_tuica.jpg" alt="Tuica tocando pandeiro" class="wp-image-464" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_tuica.jpg 298w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2008/01/musico_tuica-179x300.jpg 179w" sizes="auto, (max-width: 298px) 100vw, 298px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Tuíca</figcaption></figure>
</figure>



<p>Você pode ouvir as músicas do disco Galo de Campina a partir dos links abaixo. Para baixar o disco completo, clique&nbsp;<a href="https://archive.org/compress/BlogFGC25_MestreCardoso_GaloDeCampina/formats=192KBPS%20MP3,JPEG" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui (arquivo zip)</a>.</p>



<p><iframe loading="lazy" src="https://archive.org/embed/BlogFGC25_MestreCardoso_GaloDeCampina&amp;playlist=1" width="500" height="310" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>



<p>Mais informações sobre o álbum estão&nbsp;<a href="https://fgcproducoes.fabiocavalcante.com/artistas/mestre-cardoso/galo-de-campina/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>
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		<title>Doristi na Pauta Maldita</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/doristi-na-pauta-maldita-os-videos/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 05 Oct 2007 12:50:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>
		<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
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		<category><![CDATA[Flauta doce]]></category>
		<category><![CDATA[Teatro Waldemar Henrique]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis os vídeos da apresentação do Doristi no Teatro Waldemar Henrique, no dia 15 de fevereiro de 2007, às 24 horas. Essa apresentação foi a abertura da projeto &#8220;Pauta Maldita&#8221;, que pretendia acontecer quinzenalmente, à meia-noite, mas que morreu na segunda edição, onde também participei, com o Artesanato Furioso. Infelizmente a gravação de áudio ficou [&#8230;]]]></description>
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<figure class="wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe loading="lazy" title="DORISTI NA PAUTA MALDITA - Waldemar Henrique (Belém, 2007)" width="500" height="281" src="https://www.youtube.com/embed/videoseries?list=PL610ED5D98637F949" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe>
</div></figure>



<p>Eis os vídeos da apresentação do <a href="https://fabiocavalcante.com/discos/doristi/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doristi</a> no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_Experimental_Waldemar_Henrique" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Teatro Waldemar Henrique</a>, no dia 15 de fevereiro de 2007, às 24 horas. Essa apresentação foi a abertura da projeto &#8220;Pauta Maldita&#8221;, que pretendia acontecer quinzenalmente, à meia-noite, mas que morreu na segunda edição, onde também participei, com o <a href="https://fgcproducoes.fabiocavalcante.com/artistas/fabio-cavalcante/artesanato-furioso/" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Artesanato Furioso</a>. Infelizmente a gravação de áudio ficou péssima &#8211; o plug do gravador foi colocado no buraco errado da mesa (snif! snif!). A gravação ficou baixinha e com chiado, e, irritado, pensei até em não postar nada do show. Passada a irritação, tô aqui postando tudo.</p>



<p>No repertório estão as músicas Alga Vive, San Ozama, Toada, Kaura-um, Retumbão, Lundu, Abacaba, Augé, Urubu, Ongom ongom, Very cat e Zaparip. Todas são do disco Doristi, exceto Urubu, parceria minha com o <a href="https://open.spotify.com/artist/7cKWRupZws7hUlVMpZ9T7t" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Allan Carvalho</a>, e uma homenagem ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Waldemar_Henrique" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Waldemar Henrique</a>, que no dia da apresentação faria 102 anos de idade. Jogando com a ideia de inversão da <a href="http://www.fabiocavalcante.com/textos/FGC_DoristiTeoria.pdf" target="_blank" rel="noopener noreferrer">teoria doristi</a>, eu Allan compusemos este &#8220;inversão&#8221; do sentido da letra de <a href="https://www.letras.mus.br/waldemar-henrique/388715/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Uirapuru</a>, que ficou assim:</p>



<p class="has-text-align-center"><strong>Urubu</strong><br>(<i>Fábio Cavalcante e Allan Carvalho</i>)</p>



<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p><em>Nunca mais de triparia / Eu subi a tamandaré</em><br><em>O almofadinha afundava / E ficava caladinho</em><br><em>Iá iá, e ficava caladinho</em><br><em>Iá iá, caladinho almofadinha</em></p>



<p><em>Respeitava a realidade / e pariu olha o pombão</em><br><em>Despintou com humildade / que soltou o urubu</em><br><em>Hum hum, que soltou o urubu</em><br><em>Hum hum, caladinho almofadinha</em></p>



<p><em>Me mentiu sobre o Kojak / pai-do-fogo e o mineral</em><br><em>Calou do sei lá quem é / que chora com o sol a pino</em><br><em>Ui ui, que chora com o sol a pino</em><br><em>Ui ui, caladinho almofadinha</em></p>



<p><em>Bem na noite que eu me for / o santinho vai amar</em><br><em>Ele vai deixar relax / all these dirty motherfucker</em><br><em>Iá iá, all these dirty motherfucker</em><br><em>Iá iá, caladinho almofadinha</em></p>



<p><em>Foi feito um pedido ao público que, caso gostassem, nos vaiassem e não aplaudissem. Eles gostaram.</em><br><em>No meio da gravação toco na flauta a melodia do Uirapuru.</em></p>
</blockquote>



<p>E Very cat também é uma homenagem &#8211; ao <a href="http://bomgadamata.wordpress.com/2008/06/08/mestre-verequete-o-rei-do-carimbo/" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Verequete</a>.</p>



<p>Contei com as participações especiais dos músicos Allan Carvalho (banjo e voz), Edgar Jr (percussão), Rafael Barros (percussão) e <a href="http://www.overmundo.com.br/perfis/renato-torres" target="_blank" rel="noopener noreferrer">Renato Torres</a> (violão, guitarra e voz), e dos dançarinos Aninha, Lorena, Maurício e Max. A filmagem foi feita pelo Josemar.</p>



<h3 class="wp-block-heading">Projeto Doristi</h3>



<p>Doristi é um projeto meu de 2005, que teve o apoio do Instituto de Artes do Pará (IAP), através de uma bolsa de pesquisa, experimentação e criação artística. Dele fiz um disco e dois livros.</p>



<p>O disco é esse abaixo, gravado entre setembro de 2005 e maio de 2006, em Ourém/PA. Todos os arranjos e gravações são meus, e o projeto gráfico é de <a href="https://www.instagram.com/lucianalealcavalcante/">Luciana Leal</a>.</p>



<figure class="wp-block-embed is-type-rich is-provider-spotify wp-block-embed-spotify"><div class="wp-block-embed__wrapper">
<iframe title="Spotify Embed: Doristi" style="border-radius: 12px" width="100%" height="352" frameborder="0" allowfullscreen allow="autoplay; clipboard-write; encrypted-media; fullscreen; picture-in-picture" loading="lazy" src="https://open.spotify.com/embed/album/6ZGGvzbwRMBywdQR6mMdsa?si=Pk0Ml8-3QXelD4ESuXucqQ&#038;utm_source=oembed"></iframe>
</div></figure>



<p>Participaram das gravações eu, Fábio Cavalcante (vozes, violões e flauta doce), Allan Pinheiro de Carvalho (banjo e coro),&nbsp;Natalino “Caratinga” Brasil (barricas, atabaques, pandeiro meia-lua, caxixi, claves, triângulo, ganzá, maracas, talheres, pente, onça e coco) e&nbsp;Odinéia Nascimento (coro). E o disco contou com a participação especial da Comissão de São Benedito de Ourém, sob o comando de Mimi Cachimbo, na faixa 8.</p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-4 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3870" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao01.jpg" alt="" class="wp-image-3870" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao01.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao01-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao01-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Natalino Caratinga</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3869" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao02.jpg" alt="" class="wp-image-3869" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao02.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao02-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao02-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Natalino Caratinga</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="800" data-id="3868" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao03.jpg" alt="" class="wp-image-3868" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao03.jpg 600w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao03-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Natalino Caratinga</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao04.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3867" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao04.jpg" alt="" class="wp-image-3867" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao04.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao04-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao04-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Allan Carvalho</figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao05.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3866" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao05.jpg" alt="" class="wp-image-3866" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao05.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao05-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristigravacao05-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption">Allan Carvalho</figcaption></figure>
</figure>



<p></p>



<p>Os dois livros que fiz no projeto foram “<a href="https://archive.org/download/Doristi-livros/Doristi_01_Teoria.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doristi – Teoria</a>” (onde apresento o sistema Doristi, usado nas composições deste disco) e “<a href="https://www.amazon.com.br/Doristi-Songbook-F%C3%A1bio-Cavalcante-ebook/dp/B07GDVBS5B" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doristi – Songbook</a>”, com as partituras das 14 músicas do disco (com grade completa, partes cavas e letras cifradas).</p>



<div class="wp-block-columns has-light-gray-background-color has-background is-layout-flex wp-container-core-columns-is-layout-28f84493 wp-block-columns-is-layout-flex" style="border-top-color:var(--wp--preset--color--accent-6);border-top-width:1px;border-bottom-color:var(--wp--preset--color--accent-6);border-bottom-width:1px">
<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:33.33%">
<figure class="wp-block-image size-full has-custom-border"><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07GDVBS5B" target="_blank" rel="noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="250" height="353" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/doristi_songbook.jpg" alt="" class="has-border-color has-accent-6-border-color wp-image-1212" style="border-width:1px" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/doristi_songbook.jpg 250w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/doristi_songbook-212x300.jpg 212w" sizes="auto, (max-width: 250px) 100vw, 250px" /></a></figure>
</div>



<div class="wp-block-column is-layout-flow wp-block-column-is-layout-flow" style="flex-basis:66.66%">
<pre class="wp-block-preformatted"><strong><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07GDVBS5B" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Doristi -&nbsp;Songbook</a></strong>&nbsp;(<em>2006, Ourém, Pará</em>). Songbook do disco Doristi, gravado em 2006, na cidade de Ourém, Pará.</pre>



<figure class="wp-block-image size-full is-resized"><a href="https://www.amazon.com.br/dp/B07GDVBS5B" target="_blank" rel=" noreferrer noopener"><img loading="lazy" decoding="async" width="178" height="173" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2017/12/Icon-Download.png" alt="" class="wp-image-2669" style="width:70px"/></a></figure>
</div>
</div>



<p>Um encarte com todas as letras do álbum também pode ser baixado&nbsp;<a href="http://www.fabiocavalcante.com/textos/fgcdoristiletras.pdf" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui</a>.</p>



<p>Por fim, em 02 de dezembro de 2005, apresentei as músicas do disco no “Arte Final”, evento que reunia os bolsistas do IAP daquele ano. Tocaram comigo Roseane, Renato Torres, Allan Carvalho, Natalino “Caratinga” e André “Mixico”. Eis algumas imagens dessa noite. </p>



<figure class="wp-block-gallery has-nested-images columns-3 is-cropped wp-block-gallery-5 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex">
<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap01.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3872" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap01.jpg" alt="" class="wp-image-3872" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap01.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap01-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap01-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Renato Torres, Fábio Cavalcante e Allan Carvalho</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap02.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3877" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap02.jpg" alt="" class="wp-image-3877" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap02.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap02-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap02-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Roseane, Renato Torres, Fábio Cavalcante, Allan Carvalho, “Caratinga” e André “Mixico”</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap03.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3873" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap03.jpg" alt="" class="wp-image-3873" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap03.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap03-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap03-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Fábio Cavalcante</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap04.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3876" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap04.jpg" alt="" class="wp-image-3876" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap04.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap04-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap04-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Renato Torres, Fábio Cavalcante e Allan Carvalho</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap06.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="600" data-id="3874" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap06.jpg" alt="" class="wp-image-3874" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap06.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap06-300x225.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap06-768x576.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Roseane, Renato Torres, Fábio Cavalcante, Allan Carvalho, “Caratinga” e André “Mixico”</em></figcaption></figure>



<figure class="wp-block-image size-large"><a href="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap07.jpg"><img loading="lazy" decoding="async" width="600" height="800" data-id="3871" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap07.jpg" alt="" class="wp-image-3871" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap07.jpg 600w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/10/doristiiap07-225x300.jpg 225w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /></a><figcaption class="wp-element-caption"><em>Roseane e Renato Torres</em></figcaption></figure>
</figure>



<figure class="wp-block-image size-full has-custom-border"><img loading="lazy" decoding="async" width="800" height="800" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/Doristi-ConstrucaoDaCapa3.jpg" alt="" class="has-border-color has-accent-6-border-color wp-image-1211" style="border-width:1px" srcset="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/Doristi-ConstrucaoDaCapa3.jpg 800w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/Doristi-ConstrucaoDaCapa3-150x150.jpg 150w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/Doristi-ConstrucaoDaCapa3-300x300.jpg 300w, https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2019/02/Doristi-ConstrucaoDaCapa3-768x768.jpg 768w" sizes="auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px" /><figcaption class="wp-element-caption">Capa por Luciana Leal</figcaption></figure>
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		<title>Tanguru-Pará (1997) &#8211; Cores e Bandeirinhas</title>
		<link>https://fabiocavalcante.com/blog/tanguru-para-1997-cores-e-bandeirinhas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Fábio Cavalcante]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Aug 2007 05:58:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Músicas (áudios)]]></category>
		<category><![CDATA[Allan Carvalho]]></category>
		<category><![CDATA[Ao vivo]]></category>
		<category><![CDATA[Carimbó]]></category>
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					<description><![CDATA[O Grupo Tanguru-Pará surgiu em 86, no bairro do Canudos (na Cipriano Santos, próximo à Segunda de Queluz), com o nome de “Nosso Carimbó”, pela iniciativa de “Seu Ailton”. Formado por dançarinos, com o tempo Seu Ailton sentiu a necessidade de montar um corpo musical para acompanhá-los. Na primeira formação estavam, entre outros, os músicos [&#8230;]]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[
<figure class="wp-block-image aligncenter size-large"><img loading="lazy" decoding="async" width="300" height="213" src="https://fabiocavalcante.com/blog/wp-content/uploads/2007/08/maristas.jpg" alt="Grupo Tanguru-Pará tocando no maristas, em Belém" class="wp-image-505"/><figcaption class="wp-element-caption">Fábio Cavalcante, Allan Carvalho e Márcio Macêdo</figcaption></figure>



<p>O Grupo Tanguru-Pará surgiu em 86, no bairro do Canudos (na Cipriano Santos, próximo à Segunda de Queluz), com o nome de “Nosso Carimbó”, pela iniciativa de “Seu Ailton”. Formado por dançarinos, com o tempo Seu Ailton sentiu a necessidade de montar um corpo musical para acompanhá-los. Na primeira formação estavam, entre outros, os músicos Emílio e Edson Abreu (Edinho). No ano de 96, fomos convidados pra entrar no grupo eu (flauta),&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="https://open.spotify.com/artist/7cKWRupZws7hUlVMpZ9T7t" target="_blank">Allan Carvalho</a>&nbsp;(banjo, violão e voz),&nbsp;<a rel="noreferrer noopener" href="http://marcio-macedo.blogspot.com/" target="_blank">Márcio Macedo</a>&nbsp;(violão e voz) e Edgar Junior (percussão). Vários percussionistas passavam pelo Tanguru, entre eles Nazareno, Baby e Ginga. Nesse período o grupo era coordenado pela Ana Lúcia, filha do Seu Ailton, e o coreógrafo era o Laércio.</p>



<p>Com essa formação (que durou um pouco mais de um ano) foram feitas dezenas de apresentações. As gravações aqui apresentadas são do show “Cores e Bandeirinhas” – título de uma música do Allan -, no projeto Uma Quarta de Música, do&nbsp;<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Centro_Cultural_e_Tur%C3%ADstico_Tancredo_Neves" target="_blank" rel="noreferrer noopener">Centur</a>, em junho de 1997.</p>



<p>Para baixar o show completo, clique&nbsp;<a href="https://archive.org/compress/BlogFGC20_TanguruPara97/formats=192KBPS%20MP3,JPEG" target="_blank" rel="noreferrer noopener">aqui (arquivo zip)</a>.</p>



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