Assim como na postagem anterior, apresento aqui um novo disco feito com material antigo selecionado. Esta é uma seleção de trilhas sonoras que produzi pra teatro e vídeo.
Seguem algumas informações:
A linda melodia do mantra (faixa 3) é do cantor Rafael Nolleto. A letra é do Ronald Bergman, o diretor do espetáculo e grande amigo falecido em junho passado. Minha participação aqui está no arranjo das vozes e gravação.
A música “É a pororoca” (faixa 5) é do compositor ouremense Rivaldo Lopes. A original chama-se “É o Papa-tudo”, e é uma homenagem a uma aparelhagem local. A adaptação da letra é minha, que foi cantada por Iraçu Silva, também da cidade de Ourém.
A Valsa (faixa 9) que está aqui como um instrumental, serve de base para uma canção interpretada ao vivo pelo ator Paulo Ricardo. A melodia é da valsa da Ciranda do norte, do folclore amazonense.
Baixe o disco Trilhas sonoras FGC, completo, clicando aqui (arquivo zip).
E abaixo estão mais algumas informações das faixas.
- Construção. Da peça “Duas tábuas e uma paixão” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima.
- Dança do Enteu. Da peça “Ad infinitum” (1999). Companhia Atores Contemporâneos. Direção: Miguel Santa Brígida.
- Mantra. Da peça “Negra memória” (2008). Direção: Ronald Bergman.
- Abertura. Do curta de animação “A Onda” (2005). Direção: Cássio Tavernard.
- É a Pororoca. Do curta de animação “A Onda” (2005). Direção: Cássio Tavernard.
- Lua. Da peça “Ora noite, ora dia” (2002). Inbust – Teatro com bonecos. Direção: Adriana Cruz.
- Papel. Da peça “Paixão barata e Madalenas” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima e Karine Jansen.
- Choque. Da peça “Paixão barata e Madalenas” (2001). Escola de Teatro e Dança da UFPA. Direção: Wlad Lima e Karine Jansen.
- Valsa. Da peça “A Peleja da Princesa Mariana e seu Pássaro Garça Dourada contra a terrível Rainha Valéria de Marambaia e a Feiticeira do Mal” (2002). Inbust – Teatro com bonecos. Direção: Adriana Cruz.
- Quem manda ser traíra? Do curta de animação “O Rapto do Peixe-boi” (2009). Direção: Cássio Tavernard e Rodrigo Aben-Athar.

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